Encenadores

Maila Dimas

2013

Concluíu o Mestrado na variante de Teatro e Comunidade na Escola Superior de Teatro e Cinema em 2013.

Ao longo da sua carreira tem participado em inúmeros projetos que têm como método de trabalho a improvisação e o Método Divising. Em 1998 foi membro fundador do Colectivo Sopa Produções que se dedicava essencialmente ao Teatro Improvisado. Desde essa altura, o teatro físico aliado ao método divising tem sido uma constante no seu percurso artístico tendo início com os projetos da "Sopa Produções" (Animações de Rua, Teatro, Performance e Teatro Invisível), passando pelas inúmeras peças realizadas com o Projecto Ruínas (encenações de Francisco Campos) e com o espetáculo O Escadote no CCB  em 2013.

Desenvolveu o seu percurso pessoal em Portugal e Macau como Atriz, Encenadora, Professora de Teatro e Marionetista.

Ao longo da sua carreira tem vindo a trabalhar com vários encenadores, nomeadamente: Jorge Silva Melo, João Brites, Francisco Campos, João Mota, Rafaela Santos, Francisco Salgado e Sandra Faleiro.

Actualmente é Encenadora do grupo TeatroAparte.

Sandra Faleiro

2010-2013

Frequentou o curso de atores da Escola Superior de Teatro e Cinema entre 1992 e 1995. Estreou-se como atriz no Teatro Aberto em 1988, com a peça "A Rua" de Jim Cartwright, encenada por João Lourenço.

Trabalhou com Mário Viegas, Diogo Infante, João Mota, João Perry, Nuno Carinhas, Paula Sá Nogueira, Álvaro Correia, Rafaela Santos, Carla Bolito, Cristina Carvalhal, Fernanda Lapa, John Mowat, Tim Carrol e Bruno Bravo.

Estreou-se em encenação com "Vai e Vem" de Samuel Beckett, na Companhia Teatral do Chiado. Posteriormente, encenou "Sob o Bosque de Leite", de Dylan Thomas (Acarte), "A Donzela e o Marinheiro", de Federico Garcia Lorca (Comuna), "Disney Killer", de Phillip Ridley (CCB), "Momo", a partir de Michael Ende (Chapitô), "Timbuktu", a partir de Paul Auster (Teatro da Trindade), "Pedro e o Lobo", a partir de Prokofiev (Barraca), "Nevoeiro", numa co-criação com Paula Castro (Casa dos Dias da Água) e, mais recentemente, "O Homem Elefante", de Bernard Pomerance (TNDM II). Participa regularmente em novelas e séries de televisão desde 2000. É co-fundadora do grupo de teatro Primeiros Sintomas.

Desenvolveu o seu percurso pessoal em Portugal e Macau como Atriz, Encenadora, Professora de Teatro e Marionetista.

Ao longo da sua carreira tem vindo a trabalhar com vários encenadores, nomeadamente: Jorge Silva Melo, João Brites, Francisco Campos, João Mota, Rafaela Santos, Francisco Salgado e Sandra Faleiro.

Actualmente é Encenadora do grupo TeatroAparte.

Bruno Bravo

2009-2011

Nasceu em 1972.

Licenciado pela Escola Superior de Teatro e Cinema, ramo de atores. Quarto e quinto anos da Licenciatura bietápica da Escola Superior de Teatro e Cinema. É co-fundador e diretor artístico do grupo de teatro Primeiros Sintomas. Como ator, trabalhou em diversas peças de teatro e fez igualmente trabalho em cinema e televisão. Como encenador, teve o seu começo em 2001 com “Divisões" (Living Quarters) de Brian Friel. Com a Primeiros Sintomas encenou a peça “O Vidro”, um texto seu e de Francisco Luís Parreira, “A Montanha Também Quem” de Miguel Castro Caldas, “O Homem do Pé Direito” de Miguel Castro Caldas, “Endgame” de Samuel Beckett (em colaboração com o Teatro Meridional), “Conto de Natal” de Miguel Castro Caldas, “Nunca Terra” de Miguel Castro Caldas (juntamente com a Culturgest), “É Bom Boiar na Banheira” de Miguel Castro Caldas (juntamente com o Chapitô), “O Morto e a Máquina” de Fernando Villas-Boas (juntamente com o Teatro Nacional), “E Agora Baixou o Sol” de Miguel Castro Caldas (juntamente com o Teatro Maria Matos), “A Repartição” de Miguel Castro Caldas (em colaboração com a Culturgest), “Lindos Dias” de Samuel Beckett (produção em conjunto com a ZDB), “Hedda Gabler” de Henrik Ibsen (igualmente em colaboração com a ZDB) e “Menina Júlia” de August Strindberg (também com a ZDB). Foi ensaiador e ator na peça "Maria Mata-os". Fora da Primeiros Sintomas, encenou “Frankenstein” a partir do texto de Mary Shelley, “Quem tem medo de Anton Tchekov?” a partir de O Cisne e O Urso de Anton Tcheckov, “Tartufo” de Moliére e “Macbeth” de William Shakespeare. Foi professor na Escola Profissional do Montijo em 2003/2004 e no Centro Politécnico do Funchal em 2004/2005. Deu aulas na ESTAL em 2009/2010 e leciona a cadeira de interpretação na Escola Superior de Teatro e Cinema desde 2006.

Gonçalo Amorim

2009-2010

Nasceu no Porto em 1976, frequentou o curso de Antropologia da Universidade Nova de Lisboa, e é licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC), ramo de Formação de Actores e Encenadores, tendo feito estágio como assistente de João Brites (a Consciência do Actor em Cena - ESTC). Começou a fazer expressão dramática no liceu com o pai e desde cedo tem participado em diversas oficinas de movimento, teatro, jogos dramáticos. É cooperante e actor do Teatro O bando desde 1999. Com O bando já fez oito espectáculos, e com os Primeiros Sintomas, do qual é membro, também já fez diversos espectáculos. Trabalhou ainda com o Útero, a Companhia Olga Roriz, com o Cão Solteiro e com os Artistas Unidos. No teatro e na dança já fez espectáculos de Ana Nave, Bruno Bravo, João Brites, Madalena Victorino, Mathias Poppe, Miguel Moreira, Nuno Cardoso, Nuno Carinhas, Olga Roriz e Ricardo Aibéo. Em Cinema já trabalhou com Edgar Feldman, Raquel Freire e José Filipe Costa.

Encenou "Gurugu" a partir do canto nono da Odisseia de Homero, "Padaria Esperança" a partir de Contos Ciganos , "Falta" a partir de Sarah Kane e Martin Crimp e "Rumor Clandestino" de Fernando Dacosta.

Desde 1997 trabalha como formador no grupo de teatro do Instituto Superior Técnico.

Em 2006 foi professor convidado da ESMAE, e desde 2007 pertence ao corpo docente da ESTAL.

Recebeu o Prémio da Crítica relativo ao ano de 2007, atribuído pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, pelo encenação do espectáculo “Foder e ir às compras”, uma co-produção da companhia Primeiros Sintomas e do Centro Cultural de Belém. O prémio foi atribuído ex-aequo também ao espectáculo “A tragédia de Júlio César”, uma co-produção do Teatro da Cornucópia e do São Luiz Teatro Municipal.

Jorge Parente

2004-2007

Nasceu em 1966. Finalizou o Curso de Formação de Actores em 1989 na Escola Superior de Teatro, e o Curso de Estudos Superiores Especializados em Teatro e Educação, em 1994/95, na mesma instituição.

Iniciou a sua actividade teatral em 1987, como actor estagiário no ACARTE, na peça "Hamlet", sob a direcção de Carlos Avilez. Passou por várias companhias portuguesas: Cornucópia, Mala-Posta, Comuna, T. Nacional Dª Maria II, T. São Luiz, T. Século e T. Trindade, entre outros. Trabalhou com encenadores de renome nacional, de que são exemplos: Luís Miguel Cintra, João Mota, Carlos Avilez, Germana Tânger, José Peixoto, Mário Feliciano, Inês Pestana, Jorge Fraga e Ana Támen.

Em 1995 encenou, no teatro Trindade, "À Noite Todos os Sexos São Pardos", e "As Heroínas da Tragédia" no espaço do Teatro O Olho. Encenou, com a Comunidade Educativa, textos de Gil Vicente, Garcia Lorca, Shakespeare e Edmond Rostand.

Participou como actor em duas longas metragens de José Carlos Oliveira: "Inês de Portugal" e "Preto e Branco". Participou ainda em diversas séries e sitcoms para a RTP.

Paralelamente, desde 1990, desenvolve a actividade de docente da Oficina de Expressão Dramática, na Escola Secundária Romeu Correia. Também na área de expressão dramática, ministrou Formação em diversos Ateliers e Workshops.Encenou "Gurugu" a partir do canto nono da Odisseia de Homero, "Padaria Esperança" a partir de Contos Ciganos , "Falta" a partir de Sarah Kane e Martin Crimp e "Rumor Clandestino" de Fernando Dacosta.

Desde 1997 trabalha como formador no grupo de teatro do Instituto Superior Técnico.

Em 2006 foi professor convidado da ESMAE, e desde 2007 pertence ao corpo docente da ESTAL.

Recebeu o Prémio da Crítica relativo ao ano de 2007, atribuído pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, pelo encenação do espectáculo “Foder e ir às compras”, uma co-produção da companhia Primeiros Sintomas e do Centro Cultural de Belém. O prémio foi atribuído ex-aequo também ao espectáculo “A tragédia de Júlio César”, uma co-produção do Teatro da Cornucópia e do São Luiz Teatro Municipal.

Pedro Carmo

2000-2004

Iniciou o seu percurso como actor no Grupo de Teatro Kula (do I.S.E.G) onde trabalhou com Fernanda Lapa, António Feio e João Grosso; e no Grupo de Teatro de Letras sob a direcção de Ávila Costa. Desde então tem trabalhado com encenadores como Jorge Silva Melo, Luís Castro, Graça P. Corrêa, Fraga, Carlos J. Pessoa, Mário Trigo, Márcia Haufrecht (Common Basis Theatre), Jacques Delcuvellerie (no âmbito do estágio europeu Ecole des Maitres), Álvaro Correia, Joana Fartaria e Cláudio Hochman.

No cinema participou em duas longas metragens (“António, um rapaz de Lisboa” de Jorge Silva Melo e “Portugal S.A.” de Ruy Guerra) e em três curtas metragens (“O Décimo Punhal” de Vítor Moreira, “Crónica Feminina” de Gonçalo Luz e “Naquele Bairro” de Madalena Miranda).

Na Televisão teve participações nas séries: Esquadra de Policia, Os Jornalistas, Os Bastidores e Anjo Selvagem.

Até ao momento a sua formação como actor passou pela E.S.T.C. onde frequentou o curso de formação de actores; Common Basis Theatre em Nova Iorque onde trabalhou com Márcia Haufrecht, Lee Strasberg Theatre Institute em Nova Iorque, entre outros workshops de movimento, voz e interpretação na Gulbenkian e C.C.B..

Como encenador, dirigiu quatro espectáculos de teatro no grupo de teatroàparte de 2001 a 2003 (“Uma coisa em forma de assim”; “As Preciosas Ridículas”; “Lição”; “D.Ferrabraz de Alexandria”) e mais recentemente a convite do Teatro Focus dirigiu “G. Sob a tua aparência quem sabe que arrepio te perturba” de Rui Guilherme Lopes em Novembro de 2003.

Rui Catarino

1999-2000

IIniciou-se nas lides teatrais em 1994, no Grupo de Teatro Sá de Miranda, em Braga, tendo interpretado a personagem Melchior em O Despertar da Primavera, de Frank Wedekind, com encenação de Afonso Fonseca. Frequentou workshops de iniciação teatral e ingressou no Teatro Universitário do Minho, onde participou em Angústia para o Jantar, de Luís Sttau Monteiro. A frequência universitária do curso de Economia do ISEG, em Lisboa, levou-o até ao Grupo de Teatro de Letras, onde em 1997, sob a direcção de Ávila Costa interpretou Cerimonial para um Massacre, de Jorge Lima Alves. Integrou em 1998 o KULA - Grupo de Teatro do ISEG, onde interpretou a personagem Gregor Samsa em Metamorphosis, baseado na obra de Franz Kafka, encenação de Salmo Faria. É também no KULA que inicia a sua actividade de produtor, assegurando a produção de Será Deus o Dr. Freud?, de Yvette Centeno, com encenação de Salmo Faria, em 2000. No ano de 1999-2000 dirige o grupo de teatro Pó de Palco, onde lecciona um workshop de expressão dramática e encena e desenha a luz de Crimes Exemplares, baseado na obra homónima de Max Aub.

Fernando Ascenção

1998-1999

Susana Graça Oliveira

1997-1998

Está ligada ao teatro desde 1987. É membro do KULA - Grupo de Teatro do ISEG desde 1992, onde é actriz e produtora. Trabalhou sob a direcção de Fernanda Lapa, António Feio, João Grosso, Gonçalo Ferreira de Almeida, Maria Duarte, André Gago e Salmo Faria; e realizou workshops com Ricardo Kot Kotecki, Marta Lapa, Michael Erwin, Pompeu José, Fernando Ascenção e Maria João. É finalista do curso Economia do ISEG - Universidade Técnica de Lisboa.

Em Novembro de 1997 funda e dirige o grupo de teatro Pó de Palco (então chamado Teatro d’ell ART). Encena as peças “Encontros e Encontrões” (criação colectiva), apresentada em Maio (1998), e “D. Ferrabraz de Alexandria”, apresentada em Dezembro (1998) e Janeiro (1999).

 

 

 

teatroàparte / Grupo da Art Tel . 919 520 807 teatroàparte nos media E-mail . info@teatroaparte.pt

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